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BRUTAL MUSIC MAGAZINE #3 Reportagem - MOONSPELL / REDLIZZARD; REVIEW / BIOGRAFIAS / NOTICIAS EUFOBIA / DOKUGA SYSTEMIK VIOLENCE / 800 GONDOMAR / VEINLESS / BULLET-PROOF / SOLITARY RITUAL / DEVANGELIC / INCURSED / BIZARRA LOCOMOTIVA e muito mais #entra aqui#

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 BRUTAL MUSIC MAGAZINE #3 Nov/Dez

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Reportagem - MoonSpell no LISBOA ao Vivo
Reportagem - MoonSpell no LISBOA ao Vivo

Moonspell - Apresentação exclusiva do disco 1755

Por: Margarida Salgado

Como tem vindo a ser recorrente tivemos a oportunidade este ano de celebrar o Halloween com Moonspell e a possibilidade de ouvirmos o novo álbum, exclusivamente em português, 1755 ao vivo em primeira mão. Podemos logo perceber que este é um álbum extremamente concetual encontrando nos mais variadíssimos temas todo um contexto humano/filosófico relativo ao Terramoto de Lisboa.

Já passava das 22:30h quando começamos a ouvir Em nome do medo numa versão orquestral e a “floresta encantada” no palco ganhou vida com a presença das “bruxas“. Logo se seguiram os músicos trajados a rigor e por fim, Fernando Ribeiro com uma máscara “Medico della Peste“, chapéu e botas. A receção foi feita por uma sala apinhada de “horns up”. A primeira música foi 1755 seguida por In Tremor Dei com a participação de Paulo Bragança vestido a rigor e a encarnando a sua personagem na perfeição. Um dueto de vozes que se complementam enriquecendo assim a música. “Em 1755 tudo estava bem até ao Desastre“. Vieram Abanão, Evento, 1º de Novembro. Foi feita uma comparação com a destruição atual dos fogos em Portugal. Em Ruinas tivemos uma bonita “chuva de cinzas” a contrastar com o “ mar negro ” de gente que participava gritando pela banda entre músicas. Muitos eram os que já tinham as letras na “ ponta da língua “. De seguida Fernando Ribeiro empunha um crucifixo que emite uma cruz numa luz vermelha com que vai “atingindo“ o público durante Todos os Santos. Para acompanha- lo no tema Lanterna dos Afogados teve consigo uma candeia a iluminá-lo. E assim terminou a apresentação do novo álbum levando-nos a um breve intervalo para uma segunda parte que iniciou com Invaded seguida de Night Eternal. Para os que ainda não tinham conseguido memorizar as letras do último álbum, esta foi a altura em que podemos ouvir a voz de toda a audiência que já não parou mais de cantar até ao final do espetáculo. Voltamos a ouvir Em nome do medo com a participação de Rui Sidónio e o seu “fato de pintura”. Dois “animais de palco“ que por acaso são amigos e que quando se juntam agradam duplamente como se provou mais uma vez. Vampiria e Mephisto juntaram-se ao repertório e como não podia faltar, o nosso querido “hino“, Alma Mater. Para finalizar Full Moon Madness. Antes das formais despedidas, os Moonspell quiseram homenagear um fã que perdeu a vida num dos incêndios do mês passado.

Foi uma noite “ encantada “ onde foi contada uma história sobre a humanidade em geral e a tragédia de 1755 em particular. Poderia ter sido outra tragédia qualquer? Sim. Mas esta é a NOSSA história!

Este Reportagem teve o apoio da Hinft WebZine.

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